sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Restaurante em Buenos Aires - Dica de meus amigos Erika e Olivier

Em uma viagem à Buenos Aires conheci esse lugar e não poderia deixar de enviar essa dica pra quem pretende ir à capital argentina. O restaurante se chama Sirop, FANTASTICO!!! É preciso fazer reserva, e ao chegar, a porta vai estar fechada, você toca a campainha pra poder entrar e diga-se de passagem ser muito bem recebido.
Os preços são muito bons se comparados a restaurantes de mesma qualidade em São Paulo. Fomos recebidos com uma cortesia: madeleine de camambere e azeitonas, realmente muito boa, de entrada, tartar de salmão, leve e extremamente saboroso! A terrina de queijos também vale muuuito a pena.Como prato principal pedi um confit de pato braseado ao molho de ciruelas (ameixas), esse molho tem um dos melhores sabores que já provei na vida! Segundo a garçonete, tem ameixas, cebolas e vinho... Como sobremesa um marrom de maracujá (uma massa de maracujá e uma espécie de suspiro), só provando pra saber o quanto é bom!
O Sirop é assim: ambiente aconchegante, atendimento impecável e comida extremamente deliciosa, daquelas que te trazem novos sabores...Dizer que o Sirop é bom, acho que é pouco, o lugar é magnífico! :D

Sirop Restaurant - Local 11Sirop Folie (Restó, Tea Corner & Pastelería) - Local 12Vte. López 1661 - Recoleta - Tel.: 4813 5900

www.siroprestaurant.com

sábado, 13 de junho de 2009

Pesto de Manjericão

Pesto é um molho italiano, originário de Gênova, na Ligúria, norte da Itália (wikipedia).
Não conhecia esse molho e tive a oportunidade de saborear na casa de um amigo. Achei muito saboroso e repeti em casa com alguns toques. O Pesto original eh feito em um pilão com folhas de majericão, mas dá para fazer com agrião ou rúcula. Provei os três tipos, e sinceramente, não sei qual é o melhor. Para acompanhar o pesto eu acho melhor um macarrão tipo penne de boa marca. Uma boa carne para acompanhar também pode,mas não é necessário. Com vinho fica ainda melhor.
Receita:
60 g de manjericão, rúcula ou agrião.
Parmesão ralado (20g)
40g de castanha de cajú
1/2 xícara de azeite ( use um de qualidade extra virgem)
2s pedras de gelo ( fiquei me perguntando por que gelo, mas descobri... é para deixar o verdinho das folhas..)
3 dentes de alho
sal a gosto
Pega tudo e joga no liquidificador e bate ( pode usar o tal do pilão que dá um charme mais, pois vai deixar algumas folhas intactas).
depois de batido joga por cima do macarrão.
muito simples e garanto que o gosto é muito bom.
Até a próxima


sábado, 4 de abril de 2009

Casillero del Diablo - Shiraz 2007

Hoje resolvi abrir o Casillero Shiraz da tão falada safra histórica de 2007. Um vinho de cor bem tinta, forte, pouco brilho, violeta escura. No aroma, ainda na temperatura de 15 graus, o primeiro ataque é uma explosão de madeira. Com a gradativa oxigenação e aumento da temperatura de serviço, pude perceber notas de cerejas, alguma especiaria, e um apimentado natural dessa uva(principalmente quando cultivada no terroir chileno) surgindo cada vez mais intenso. No palato, muita madeira, tostado, bom corpo, taninos ainda austeros e com notável acidez. Ponto de atenção para o álcool sobrepondo a fruta, tornando o vinho anda desequilibrado.
Com tudo, é um bom vinho, representando bem o terroir chileno em Puente Alto, no Vale Cental.
Nota: 87/100 SM.

domingo, 22 de março de 2009

Ampakama - Petit Verdot - Roble

Amigos, compartilho um "achado" na rede horti-fruti, por R$20,00. Feito pela casa Montes no vale de San Juan, Argentina. A linha de nome "Ampakama", possui a curiosa casta francesa: petit verdot. Já conhecia essa uva poduzida pelos chilenos com muita competência pela Casa Silva. Essa produção argentina passa por 9 meses em carvalho francês. Análise visual: Cor forte lembrando a tinta tempranillo que "suja" toda a taça. No olfato: O primeiro ataque é pura madeira, vinho ainda preso, pela temperatura de abertura(15º) e pela característica do vinho. Após meia hora, percebemos notas doces como baunilha. Na fruta, parece cassis, algo mt fresco, sem muitos aromas terciários. Na boca: Baixa acidez, e taninos não muito maduros, com leve adstringência. Final curto. Em suma, a casta cultivada no Chile teve maior expressão do seu potencial, com aromas intensos de fruta vermelha. deixo uma nota 85/100, que vale a pena experimentar pelo preço. No entanto, não compraria outra garrafa.

abrs,

S.M.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Melhor que pegar fila!

Não estava muito a fim de gastar dinheiro esse final de semana em restaurante e com o clima bem chuvoso não queria nem sair de casa. Nada como ficar em casa de pernas para o ar. O almoço foi simples e muito gostoso e acho que todos deveriam tentar fazer pois não dá trabalho e no final cada colherada é um sensação multisensorial.
Salmão assado com maracujá. Vá no supermercado, compre um salmão inteiro ( uma peça custa entre 10/15 reais - peça para o rapaz do açougue limpar), bastante limões para você usar no peixe e nas suas futuras caipirinhas, um marujá e se não tiver já em casa um bom azeite e alecrim. Chegou em casa abra o peixe, jogue o alecrim, o suco do maracujá , adicione o suco do limão e encha de azeite , embrulhe em papel laminado e boa! coloque no forno sei lá por quantos minutos... de 15 em 15 minunos vai dando uma olhadela.
Faz um purê ou arroz e pronto. Não esqueça de fazer as caipirinhas para ir abrindo o apetite. Quando estiver pronto abra um bom vinho branco para fazer um bom casamento. Nem gastei 50 reais nisso. Bem melhor que ficar no sábado numa fila de espera de 2h para comer na Família Mancini. Eu desisto.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Deuce Maganize

Para quem gosta de tennis no site da atp você pode assinar gratuitamente a revista Deuce. Seja um insider do backstage e saiba tudo que rola no mundo do tennis.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Elderton Wines - Barossa Valley - Syrah

Hoje lembrei de um grande vinho, que marcou ótimos momentos com amigos que fiz em São Paulo. Coincidência ou não, o nome deste poderoso Syrah Australiano é FRIENDS. No contra rótulo consta uma passagem do clássico dos garotos de liverpool: "I get by with a little help from my friends..." A casta Syrah ou Shiraz, teve sua ascenção no região da Côte du Rhone, por todo vale, pelas margens do Rio Rhône, passando por todo Languedoc e chegando ao belo balneário de Provence. Tipicamente ela é usada num assemblage(corte ou blend, mas já que estamos na França !), com a casta Grenache, também típica dessa região. Fora da sua terra natal, a Syrah encontrou seu terroir na terra do canguru, que faz vinhos potentes e de forte intensidade aromática. O principal mercado exportador são os Estados Unidos, que se identificaram com o tipo de vinho, lembrando muito os aromáticos vinhos Californianos, que são vulgarmente conhecidos como "Fruit Bomb" !
Bem, segue minha análise deste grande vinho feito pelo Elderton Wines na regiao do Barossa Valley:
Cor violácea bem escura, demonstrando boa concentração. Aromas bem complexos, tostado, algo como borracha queimada, e após tempo na taça, notas de café, leve herbáceos e bastante madeira. Merece decantar por uns 30 minutos ou mais. No palato, confirma ótima estrutura, denso, corpo cheio, boa presença, longo final. Um fundo de copo sensacional, puro café. Austrália confirmando ser uma grande produtora da Syrah ou Fruit Bomb ! Nota: 89 / 100. Expand.

S.M.